Fernando Pessoa

Fernando António Nogueira Pessoa (LisboaMártires13 de junho de 1888 – LisboaSanta Catarina30 de novembro de 1935)[4] foi um poetafilósofodramaturgoensaístatradutorpublicitárioastrólogoinventor, empresário, correspondente comercial, crítico literário e comentarista político português.

Fernando Pessoa é o mais universal poeta português. Por ter sido educado na África do Sul, numa escola católica irlandesa de Durban, chegou a ter maior familiaridade com o idioma inglês do que com o português ao escrever os seus primeiros poemas nesse idioma. O crítico literário Harold Bloom considerou Pessoa como “Whitman renascido”,[5] e o incluiu no seu cânone entre os 26 melhores escritores da civilização ocidental,[6] não apenas da literatura portuguesa mas também da inglesa.[6]

Das quatro obras que publicou em vida, três são na língua inglesa e apenas uma em língua portuguesa, intitulada Mensagem.[7][8] Fernando Pessoa traduziu várias obras em inglês (e.g., de Shakespeare e Edgar Allan Poe) para o português, e obras portuguesas (nomeadamente de António Botto[9] e Almada Negreiros) para o inglês e francês.

Enquanto poeta, escreveu sob diversas personalidades – a que ele próprio chamou heterónimos, como Ricardo ReisÁlvaro de Campos e Alberto Caeiro –, sendo estes últimos objeto da maior parte dos estudos sobre a sua vida e obra. Robert Hass, poeta americano, diz: “outros modernistas como YeatsPoundEliot inventaram máscaras pelas quais falavam ocasionalmente… Pessoa inventava poetas inteiros”.[10] Buscou também inspirações nas obras dos poetas William WordsworthJames Joyce e Walt Whitman.[11]

https://pt.wikipedia.org/wiki/Fernando_Pessoa

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